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A contribuição de Kohlberg à sociologia |
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27 de dezembro de 2006 |
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A obra de Lawrence Kohlberg tem exercido uma extraordinária influência na teoria e nas práticas educacionais em todo o mundo. Sua teoria de desenvolvimento cognitivo a respeito dos estágios de moralidade, baseada nas contribuições de Piaget, foi incorporada aos debates contemporâneos nas ciências sociais e tem servido de inspiração para currículos de muitas escolas em diferentes países. Para Kohlberg, a educação comprometida com o desenvolvimento moral é uma educação para a justiça que deve recusar, ao mesmo tempo, tanto as visões dogmáticas quanto o relativismo moral. Este texto oferece um breve resumo da teoria de Kohlberg sobre o desenvolvimento moral, sustentando sua importância para a Sociologia.
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Os Conselhos e a Invenção Democrática |
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27 de dezembro de 2006 |
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A idéia de se alcançar um entendimento entre o governo e a sociedade civil organizada em torno de uma agenda de reformas democráticas ou mesmo em torno de pontos considerados relevantes para o país tem marcado a experiência de várias nações, destacadamente, na europa ocidental. Também no Brasil, a idéia esteve presente em iniciativas anteriores normalmente associadas à proposta de “Pacto Social” ou identificadas com negociações tripartites entre governo, representações empresariais e sindicais.
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PRISÃO E IDEOLOGIA |
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15 de novembro de 2003 |
-Limites e possibilidades para a reforma prisional no Brasil
“Uma nação não pode ser julgada pela maneira como trata seus cidadãos mais ilustres e sim pelo tratamento dado aos mais marginalizados: seus presos”
-Nelson Mandela
“The degree of civilization in a society can be judged by entering its prisons”
-Dostoyevsky
Introdução:
O Brasil, como a grande maioria dos países latino-americanos, assiste imobilizado ao desenvolvimento de uma crise crônica em seu sistema penitenciário. Especialmente nesta última década, os indicadores disponíveis a respeito da vida nas prisões brasileiras demonstram de maneira inconteste um agravamento extraordinário de problemas já muito antigos como a superpopulação carcerária, a escalada de violência entre os internos, as práticas de abusos, maus tratos e torturas sobre eles, a inexistência de garantias mínimas aos condenados e o desrespeito sistemático e institucional à legislação ordinária e aos princípios dos Direitos Humanos.
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PELA LUZ QUE NOS ACENDE |
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25 de novembro de 2002 |
Artigo Publicado originalmente em 1998
Vivemos um tempo de gestos avulsos e de uma solidão que nos é servida sempre. Vivemos um tempo de cálculo, de facas e agendas. Vivemos um tempo onde não há mais tempo para além da urgência. O que há de humano em nós, o que sobrevive, dói. Olhar em torno alucina: estamos cercados por um silêncio de poço; por toda a parte nota-se a sombra que se reparte. Vivemos um tempo de estátuas que não reconhecemos, tempo de longos corredores, de grades, de imagens distorcidas ao espelho. Nosso caminho é feito de chuva e, nele, há crianças descalças. Vivemos um tempo de embuste, de corações emparedados, de uma razão blindada, de frio impecável. Um tempo de erro e esfinges, de seringas, de cartórios. Tempo de desencontro este, de distância e cimento, de pedra e números. Tempo de palavras rarefeitas, tempo de um mesmo discurso, de zelo pelas armas, tempo de eclipse. Há algo de mineral nesta época, tempo de moeda, de espadas, tempo de lápide. |
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O PT E A BUROCRACIA |
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01 de agosto de 2002 |
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"As coisas mais delicadas, abandonadas a sua própria inércia, tendem a culminar numa brutalidade inimaginável. "
T. W. Adorno
Cerroni (Teoria do Partido Político, 1982) definiu a experiência moderna dos partidos políticos propondo uma fórmula sintética capaz de captar aquilo que de essencial constituiu o fenômeno surgido no início deste século. Para ele, um partido é um programa mais uma máquina organizativa.
Esta tentativa sempre me pareceu bastante questionável e penso que lhe escapa o mais importante do fenômemo-partido: a identidade imaginária proposta e efetivamente realizada no movimento de sua auto-constituição. Dito de outra forma, parece-me bastante infrutífero buscar uma definição positiva do fenômemo-partido se o preço a ser pago pela empreitada for o esquecimento daquilo que pode expressar a relação desta "forma" com valores - conteúdo social - verdadeiramente veiculados na e pela experiência política.
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